MESTRADO EM BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO

UNIVERSIDADE DE ÉVORA

TEMAS PROPOSTOS PARA TESE DE MESTRADO

voltar

 

António Mira (amira@uevora.pt)

 

         Influência das características da paisagem na composição das comunidades de micromamíferos do concelho de Montemor (análise de plumadas).

         Influência das acções de gestão de montado na composição das comunidades de carnívoros da Serra de Monfurado. (Ana Galantinho)

         Influência das acções de gestão de montado na abundância de espécies cinegéticas (coelho, perdiz, lebre e javali).

         Avaliação dos padrões de abundância de lontra em função das características dos meios aquáticos (Monfurado e/ou Pedrogão).

         Avaliação da densidade e propostas de medidas de gestão para a População de veados da contenda (Frederico Mestre)

         Modelos nacionais de distribuição de micromamíferos (análise de plumadas; comparação de métodos)

         Mortalidade de Vertebrados nas rodovias. A influência das características da paisagem na explicação dos padrões observados. (Fernando Ascensão)

 

Carlos Pinto Gomes (cpgomes@decol.uevora.pt)

 

         Repensar os critérios usados na selecção de áreas prioritárias para a conservação.

 

Francisco Moreira (fmoreira@isa.utl.pt)

 

         Determinantes da abundância e riqueza específica de aves aquáticas em albufeiras da região do Pedrogão

         Relação entre habitats e espécies da Directiva Habitats e gestão agrícola.

 

Isabel Ramos (iar@uevora.pt)

 

         Tema a concretizar nas áreas da análise multicritério e das metodologias de apoio à decisão

 

João Paulo Almeida Fernandes (jpaf@dpbp.uevora.pt)

 

         Indicadores de Biodiversidade – análise de resultados obtidos em projectos de investigação em curso nas áreas do Campo Branco e de La Mancha (Espanha). Principais indicadores caracterizados: vegetação, líquenes, carabídeos, outros insectos

         Continuidade e complementaridade – contribuição para a conservação dos recursos biológicos. Áreas de estudo: Campo Branco, La Mancha (Espanha), Península de Setúbal, Vendas Novas

         Relações entre pastoreio, agricultura e biodiversidade – Áreas de estudo: Campo Branco e La Mancha (Espanha)

         Agenda 2000 (PAC) e biodiversidade - Áreas de estudo: Campo Branco e La Mancha (Espanha)

         Estruturas de uso do solo e gestão da biodiversidade. Áreas de estudo: Campo Branco e La Mancha (Espanha)

 

Luiz Gazarini (gazarini@uevora.pt)

 

         Tratamento de dados (vegetação; invertebrados do solo) obtidos em projectos anteriores relacionados com efeitos antropogénicos em áreas de montado.

 

Miguel Caldeira Pais (mcpais@mail.telepac.pt)

 

         Uso do espaço e do tempo pela Águia de Bonnelli (recurso a técnicas de telemetria; serão possíveis duas teses)

 

Nuno Neves (nneves@uevora.pt)

 

         Concepção de desenvolvimento de modelos de dados espaciais em Biologia da Conservação.

         Aquisição de Conhecimento Espacial em Biologia da Conservação

 

 

Paulo Sá Sousa (psasousa@uevora.pt)

 

         Mortalidade de Anfíbios nas rodovias

         Anfíbios e répteis do Alqueva

         Anfíbios e répteis de Monfurado

         Avaliar o efeito do fogo na Herpetofauna na Serra de S. Mamede

 

Teresa Cruz (tcruz@uevora.pt)

 

         Conservação do Percebe na Reserva Natural das Berlenga

 

Teresa Pinto Correia (mtpc@uevora.pt)

 

         Proposta de estrutura e gestão da paisagem com base em objectivos de conservação: integração com outras funções da paisagem. Aplicação a estudos de caso no concelho de Mértola.

No projecto CAPLAND pretendemos fazer propostas quanto à estrutura da paisagem nos estudos de caso no futuro e a sua gestão, tendo em conta a nossa análise. O trabalho a desenvolver seria fazer uma outra proposta tendo como ponto de partida os objectivos de conservação e tentativa de integração com a nossa – com o objectivo de chegar a uma proposta baseada numa visão o mais integrada possível.

 

         Análise e avaliação do Plano de Ordenamento do Parque Natural do Vale do Guadiana numa perspectiva de gestão futura da paisagem para a multifuncionalidade

Tendo em conta toda a informação que a equipa dispõe sobre a área, para além de bibliografia existente e de outros projectos em áreas semelhantes e próximas, avaliação e  propostas de melhoramento do plano de ordenamento do parque, incluindo medidas concretas de implementação.~

 

 

 

         Relação da diversidade da fauna (grupo e  espécies e definir) com a estrutura de paisagem: análise de estudos de caso no concelho de Mértola e Castro Verde

Com base em levantamentos da fauna na área, em moldes a definir, identificação da relação entre a diversidade e quantidade fauna com a estrutura da paisagem, em secções diferentes de um estudo de caso, ou entre estudos de caso diferentes (um tem montado, áreas florestadas e mato, outro tem sobretudo áreas abertas ainda semeadas e florestações recentes, outro tem de tudo um pouco). Integração dos resultados em propostas de conjunto para a área.

 

         Impacto das florestações recentes de pinheiro manso e de azinheira sobre a fauna (grupo e espécie a definir) no concelho de Mértola

Nos últimos dez anos foram florestados com apoio da PAC cerca de 20% da área do concelho de Mértola. Os projectos de florestação estão sujeitos a um parecer da Câmara e, no caso de estarem na área do Parque, tb. do próprio Parque. No entanto, não estão todos registados na Câmara, nem  se conhecem de facto os impactes a vários níveis. Sendo uma transformação muito significativa da paisagem, tem obviamente vários impactes. Nós temos analisado os impactos visuais, e em termos das várias  actividades desenvolvidas, ou a desenvolver de futuro, etc. mas seria muito relevante que fossem avaliados os impactes a nível da fauna, talvez de espécies mais representativas.

 

         Identificação dos limiares de transformação da estrutura da paisagem  no comportamento de espécies animais

Numa paisagem em mudança como tem sido a de Mértola, várias funções da paisagem são afectadas de forma diferentes, e há mudanças a partir das quais por vezes o impacte é irreversível. Estamos a tentar definir limiares a partir dos quais haverá x% abandono, ou parcelas que estão no limiar da extensificação de uso, ou limiares para a utilização ou não daquela paisagem para recreio, etc. Seria interessante tentar definir limiares de transformação – por ex. % área florestada ou % área limpa e cultivada, dimensão das manchas, heterogeneidade ou homogeneidade da paisagem – a partir das quais se identifica uma determinada mudança ao nível da fauna, duma espécie ou grupo, por ex.